sexta-feira, 10 de julho de 2015

Saúde Bucal dos Adolescentes


A Professora e Coordenadora do Curso de Odontologia da UFPE, Silvia Regina Jamelli, produziu para o UNA-SUS um livro texto  sobre periodontia intitulado “Saúde Bucal dos Adolescentes” que propõe uma revisão dos principais aspectos a serem observados no diagnóstico e tratamento das doenças periodontais.
Inicialmente, o problema é abordado no escopo do Paradigma  da Promoção da saúde e da abordagem sobre fatores de risco comuns e modificáveis para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis.
No documento, são explicadas detalhadamente, a atenção individual e a abordagem do paciente adolescente referente ao diagnóstico clínico, tratamento e monitoramento dos problemas periodontais,- como a gengivite induzida por placa dental, a periodontite crônica e agressiva e a recessão gengival.
Para os interessados no assunto, a autora disponibilizou a veiculação do seu estudo nesse espaço para download.


Att, Equipe de Edição;

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Orientação em saúde bucal e escovação supervisionada em crianças de uma ONG da comunidade Coqueiral I e II


Em uma das nossas idas a comunidade de Coqueiral, participamos de um projeto da USF Coqueiral I e II que ainda está no início de sua prática, o PSE. Visitamos o CESC (Centro Educacional Social e Cultural) que foi criado pela Associação das Mães de Coqueiral e funciona como uma escola/creche. Esse centro é uma instituição não governamental que recebe benefícios de alguns moradores da comunidade e empresas. No CESC são desenvolvidas diversas atividades para crianças de todas as idades e também para idosos. O estabelecimento também funciona como uma creche, onde as crianças estudam e participam de algumas atividades. As atividades desenvolvidas por esse centro são: aulas de informática, dança, música, entre outras. Já para os idosos, de 15 em 15 dias, pela manhã, acontece o mutirão de avaliação da saúde dos mesmos. Eles dirigem-se ao CESC em jejum. Chegando lá são pesados, aferem a pressão arterial, verificam a taxa de glicemia, e logo em seguida tem-se o café da manhã para eles. E de 15 em 15 dias, no período da tarde, eles têm aula de dança, ressalto que essa é a atividade mais apreciada pelos idosos, segundo alguns voluntários do CESC. No dia 18.06.2015, visitamos o centro para fazer orientação sobre higiene bucal e escovação. Tinha em torno de 30 alunos da educação infantil. 

Lá passamos um vídeo educativo sobre a higiene bucal, ensinando como é feita a escovação, posteriormente os alunos foram divididos em pequenos grupos e cada estagiário ficou responsável pela escovação de todos os membros de um grupo. Fizemos ainda a aplicação de flúor em cada aluno e instruímos os mesmos a não se alimentarem por um período de 30 minutos. Este momento foi realizado junto com a nossa preceptora, Dra Fabiana e a ASB, Renata.



Atenciosamente,
Renato Mariano

sexta-feira, 3 de julho de 2015

13° Congresso Brasileiro de Medicina da Família e Comunidade

Faltam poucos dias para o  13º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade  que acontecerá entre os dias 8 a 12 de julho  no Centro de Convenções em  Natal-RN.


Com o tema “Não há SUS sem APS. Não há APS sem MFC”, o objetivo é discutir sobre a Atenção Primária à Saúde, com suas particularidades, potencialidades e desafios. Em um momento especial de fortalecimento da Medicina de Família e Comunidade, resgatando seus 34 anos de história e conquistas, será realizado um dos maiores encontros entre médicos de família e comunidade, clínicos gerais, generalistas, residentes, estudantes, professores e demais profissionais de saúde da atenção primária brasileira. Este congresso traz uma oportunidade singular de acolher toda esta comunidade brasileira e de outros países, especialmente colegas ibero-americanos, como um aquecimento para o mundial da WONCA em 2016, no Rio de Janeiro.

Para inscrição: http://www.cbmfc2015.com.br/

E segue no link a última edição Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade  (edição abril-junho)  com o tema  Quaternary Prevention (P4) – Prevenção Quaternária: http://www.rbmfc.org.br/rbmfc  

Mais da metade dos brasileiros não vão ao dentista anualmente, segundo IBGE.

Apesar do Brasil ser o país que mais tem dentistas no mundo (sendo 260 mil), no dia 2 de junho de 2015, o IBGE divulgou dados da pesquisa feita em 2013 e na mesma mostrou que 55.6% dos brasileiros não vão ao dentista anualmente. A pesquisa revelou que, entre as pessoas com 18 anos ou mais, 11% perderam todos os dentes; entre os brasileiros que estão acima dos 60 anos, o índice é de 41,5%. Entre as pessoas com 18 anos ou mais, 11% perderam todos os dentes; entre os brasileiros que estão acima dos 60 anos, o índice é de 41,5%. o Norte e no Nordeste, os índices são ainda piores: 65,6% e 62,5% da população, respectivamente, não vai ao dentista todo ano. Já no Sul e no Sudeste, os porcentuais são de 48,1% e 51,7%, respectivamente. Os números foram levantados no último trimestre de 2013 e a pergunta se referiu aos 12 meses anteriores à entrevista.

FONTE:http://www.portalsaudenoar.com.br/mais-da-metade-do-pais-nao-vai-ao-dentista-anualmente/


Att, Hadassa Ribeiro - USF Cosme e Damião - Estágio 1;

50° Reunião da ABENO: 12 - 14 de Agosto

A ABENO, Associação Brasileira de Ensino Odontológico, apoiadora da Rede APS realizará nos dias 12 e 14 de agosto, em Salvador/Bahia a 50ª Reunião da ABENO que é um espaço de diálogo entre aqueles que têm como objetivo comum promover ensino odontológico de qualidade e com responsabilidade social. O ambiente possibilita o encontro de docentes, dirigentes de curso, tutores da rede de serviços públicos, estudantes de graduação e de pós-graduação, representantes da categoria e formuladores de políticas públicas.


Nesta edição importantes discussões foram pautadas, tais como: Como alinhar nossos projetos ao Plano Nacional de Educação? Como incorporar definitivamente as TICs no dia-a-dia do ensino odontológico? Que acúmulo temos sobre nossas experiências de integração com os serviços públicos? As DCN de Odontologia irão mudar? O que muda, a partir do novo Documento Orientador, nos processos de avaliação, desde a autorização, credenciamento e recredenciamento? Essas entre tantas outras questões serão debatidas no evento.
Neste ano, o curso de Odontologia da UFPE se fará presente com a participação da coordenadora e de professores dos estágios que irão apresentar trabalhos sobre a integração ensino-serviço em implementação no curso.
A ABENO convida a todos os integrantes da Rede APS a participar do evento. Abaixo a programação e mais informações pelo site http://reuniaoanual.abeno.org.br/50reuniao/

terça-feira, 16 de junho de 2015

USF COSME E DAMIÃO - ESTÁGIO 1 (2014.2)

GrupoDaniela Maria Cruz F. de CarvalhoPaloma da Cruz FerreiraFernanda Cecilia Barros Soares MesquitaRinaldo Ramos de Barros e Victor Figuerêdo Sabino de Lima do Estágio 1 - USF COSME E DAMIÃO (2014.2). A seguir banner do grupo:


Att, Equipe de Edição;


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Planos de saúde devem 1 bilhão de reais ao SUS

A revista Radis de nº 151 de abril de 2015 contém uma matéria que aponta para a dívida da saúde suplementar em relação ao SUS.
A lei nº 9.656 de 1998, chamada lei de planos de saúde, determina que o SUS deve ser ressarcido pelos planos privados quando um usuário é atendido através da saúde pública em razão de um procedimento coberto pelo seu contrato particular. É isso que está previsto no artigo 32 dessa lei. Entretanto, estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que mais de 60 % do valor devido não foi quitado pelas operadoras, o que corresponde a cerca de R$ 1 bilhão, incluindo valores parcelados e os que não foram pagos nem parcelados. Repercutido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o estudo divulgado no site do IDEC aponta que apenas 37% do valor devido foi pago até dezembro de 2014.
                A advogada do Idec, Joana Cruz, explicou que o ressarcimento é como uma compensação importante para o sistema público brasileiro, porque cobre o prejuízo causado no SUS causado pelo atendimento de casos previstos no plano de que já foram pagos pelos consumidores, como por exemplo os transplantes de córnea, geralmente realizados pelo SUS. “O nosso alerta é porque os planos vendem um serviço e cobram mensalidade. Quando os consumidores não encontram cobertura adequada, eles acabam recorrendo ao SUS”, alertou.
                De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), após a primeira cobrança, que é administrativa, não ter sido atendida, como acontece na maioria dos casos, o débito é inscrito em dívida ativa e começa a cobrança judicial. Porém, essa via de cobrança demora mais e pode prescrever, ficando o SUS no prejuízo e as operadoras impunes.
                Ainda segundo o estudo, das 1510 operadoras cobradas pela ANS, 76% ainda devem valores ao SUS. Conforme noticiou o Portal iG (10/03), segundo o Ministério Público, quase 70% dos atendimentos entre 2008 e 2014 (dados da ANS) no serviço público foram procedimentos de urgência e emergência, superando os 30% de procedimentos de caráter eletivo. Além disso, o calote dos planos de saúde ainda é maior, pois o Tribunal de Contas da União (TCU) tem apontado reiteradamente ANS por não cobrar procedimentos ambulatoriais.

                Apenas 24% do total das operadoras não possuem débitos com o SUS, enquanto que entre as maiores inadimplentes estão a Hapvida Assistência Médica Ltda. e a Central Nacional Unimed. No mais, há falta de transparência por parte da ANS na divulgação dos dados relativos às dívidas do convênios privados, que deveria ter sido feita publicamente como recomenda a Lei de Acesso à Informação (Lei 12527 de 2011), o que dificulta a análise das informações por pesquisadores e cidadãos e prejudica o princípio da transparência que deve reger os órgãos públicos.

Att, Danilo Almeida;